Louis Frankenberg é sobrevivente do campo de concentração. Seu depoimento ajuda a ilustrar a história da imigração judaica ao País

O Centro de Memória do Museu Judaico, em Pinheiros, vem promovendo momentos de reconexão com a história de integrantes da comunidade judaica que imigraram a São Paulo. Desde junho de 2018, convidados estão trazendo objetos que relembram a trajetória de reconstrução de suas vidas no Brasil.

“São momentos de emoção que vem ilustrando a trajetória de participação da construção da identidade de São Paulo a partir da imigração judaica”, explica Roberta Sundfeld, diretora executiva do Museu.

Na última quinta-feira, 13 de setembro, Louis Frankenberg, nascido em 1936 na cidade de Alkmaar, Holanda, e sobrevivente da guerra, contou sua história. A partir de uma pequena estátua que o retratava junto a sua irmã Eva, ele compartilhou a sua memória de como passou pelo campo de concentração de Westerbork ainda criança.

O Dia do Objeto é um evento gratuito. Para maiores informações sobre agenda de programação e como participar: atendimento@museujudaicosp.org.br.